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Interfone via WhatsApp: como o morador libera o acesso
Como funciona o interfone via WhatsApp: a chamada chega como notificação com imagem, e o morador libera o acesso por comando, na própria conversa.
O interfone via WhatsApp leva a chamada da portaria para o canal que o morador já usa o dia todo. Quando o visitante aciona o ponto de acesso, chega ao celular uma notificação no WhatsApp com a imagem de quem está chamando, e a abertura é autorizada por comando, na própria conversa.
O que é o interfone via WhatsApp?
É um dos recursos do PorteiroWeb, o software de portaria autônoma da Drikey. A chamada que começa no interfone do ponto de acesso chega ao celular como notificação no WhatsApp, com a imagem de quem está chamando. Quem recebe vê, decide e envia o comando de abertura sem sair da conversa.
É o mesmo gesto de responder uma mensagem, aplicado à portaria. O morador ou responsável não precisa estar em casa nem perto de um interfone para atender: a decisão acontece no canal em que a conversa já acontece.
Como funciona, passo a passo
A liberação passa por quatro etapas, da chamada ao registro.
- O visitante chama No ponto de acesso, o visitante aciona o interfone. O sistema inicia a chamada para quem vai autorizar.
- A notificação chega A chamada pode gerar uma notificação com imagem do ponto de acesso pelo próprio WhatsApp.
- O comando abre Quem recebe vê quem está chamando e autoriza a abertura por comando, na mesma conversa.
- Fica o registro Chamadas, imagens, liberações, entradas e saídas ficam registradas em nuvem para consulta.
O que muda está nas etapas do meio: a imagem chega antes da decisão, e a decisão sai do celular de quem autoriza, de onde a pessoa estiver.
Aplicativo ou WhatsApp: qual canal usar?
Os dois canais convivem no mesmo projeto. A diferença está no que cada um entrega antes da abertura.
| Critério | Pelo aplicativo | Pelo WhatsApp |
|---|---|---|
| Como chega | Chamada com áudio e vídeo no celular | Notificação com imagem do ponto de acesso |
| O que permite | Conversar com o visitante e liberar o acesso de onde estiver | Autorizar a abertura por comando, na própria conversa |
| Quando usar | Quando a conversa importa: ver e falar com quem chegou antes de decidir | Quando a imagem basta para decidir |
Na prática, o canal segue a decisão. Se a imagem já basta, o WhatsApp resolve na própria conversa. Se é preciso falar com o visitante antes de abrir, o aplicativo atende com áudio e vídeo pela comunicação por VOIP do PorteiroWeb, que também conecta o ponto de acesso a um interfone interno ou a um telefone configurado.
E há o caso em que ninguém precisa ser chamado: quem já está cadastrado entra por uma credencial digital, como o reconhecimento facial.
Quem pode abrir pelo WhatsApp?
O comando de abertura é uma permissão. Quem tem acesso ao celular tem acesso ao comando. Por isso, antes de ativar o recurso, vale definir quem recebe a notificação em cada unidade e quem pode abrir.
É o mesmo cuidado que vale para o restante da plataforma, em que moradores, funcionários, prestadores e veículos podem receber formas de acesso diferentes, com validade e regras próprias.
O que fica registrado?
Chamadas, imagens, liberações, entradas e saídas ficam registradas em nuvem e podem compor um histórico para consultas e verificações posteriores. Pela plataforma, integrador e administração acompanham unidades, usuários, dispositivos e eventos.
Como imagens e registros de acesso são dados pessoais, o condomínio e os fornecedores precisam definir finalidade, acesso, retenção, segurança e transparência de acordo com a LGPD.
Perguntas frequentes
Dá para ver quem está chamando antes de abrir?
Sim. A notificação traz a imagem do ponto de acesso. Para conversar com áudio e vídeo antes de liberar, o atendimento pelo aplicativo conecta o morador ao visitante.
O interfone via WhatsApp substitui o aplicativo?
Não. Os dois canais convivem no mesmo projeto: o WhatsApp entrega a imagem e o comando de abertura; o aplicativo, a chamada com áudio e vídeo.
A liberação pelo WhatsApp depende de internet?
Sim. A liberação a distância depende de conexão no ponto de acesso e no celular de quem autoriza.
As liberações ficam registradas?
Sim. Chamadas, imagens, liberações, entradas e saídas ficam registradas em nuvem para consulta.
Próximo passo
Para avaliar a liberação pelo WhatsApp no seu condomínio, empresa ou empreendimento, comece pelo PorteiroWeb, a plataforma da qual o recurso faz parte. O guia de portaria autônoma explica o modelo em detalhe, e o comparativo de custos mostra o que entra na conta da portaria atual.